Vacinados: momento histórico para os idosos tão queridos de Santa Luzia

Vacinados: momento histórico para os idosos tão queridos de Santa Luzia
Nosso precioso Antônio Nonato, 97 (completa 98 em março), exibindo o cartão de vacinação

Luzias

O nosso desejo era publicar aqui no Luzias a foto de todos os idosos de Santa Luzia que já receberam a primeira dose da Coronavac, a vacina produzida pelo Instituto Butantan, de São Paulo, em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. Mas conseguimos apenas algumas imagens desse momento histórico, não só para os vacinados, mas para suas famílias, que começam a respirar mais aliviadas com a imunização de seus entes queridos.

Que lindas: Tereza Reis e Alaeth Murta depois de imunizadas. Foto: Facebook

É importante ressaltar que essa é a primeira fase da vacinação. Até que chegue a segunda dose, dentro de quatro semanas, todos os protocolos de segurança devem continuar a ser observados: o uso da máscara, distanciamento social e a higienização das mãos várias vezes por dia. Só depois de receberam a próxima dose, todas essas pessoas estarão realmente imunizadas.

A doce Salia, nonagenária, logo depois de ser vacinada

E todo cuidado é pouco: o número de pessoas contaminadas com o vírus continua crescendo, assim como o número de mortes provocadas pela Covid-19. De ontem para hoje, o Brasil registrou 1.452 falecimentos em razão da doença. O número de mortos no país já chega 236.397.

Seu Cilico, marido de Salia, da Morada do Rio, no momento da picada da agulha

Há muita ansiedade entre a população, pois a vacinação está se dando num ritmo muito mais lento do que todos nós gostaríamos. Até agora, somente o pessoas que estão na linha de frente de combate à Covid-19, médicos, enfermeiros, para-médicos, etc, e a camada mais velha da população estão sendo imunizados.

Nossa ativa Luzia Vieira sorri com satisfação na hora da vacinação

Somente a Coronavac está sendo utilizada no Brasil. Segundo especialistas ouvidos pela BBC Brasil, essa vacina pode apresentar uma vantagem importante sobre as outras contra as variantes do novo coronavírus da África do Sul (batizada de 501.V2) e de Manaus (P.1.), que preocupam tanto. Mas novos estudos precisam ser feitos para determinar se a vacina do Butantan realmente protege contra as novas cepas do vírus.

Dona Zilda Castanha,93 anos, mãe de Marilda, sendo imunizada

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