Será lançado em BH, no sábado, livro feito pela comunidade quilombola de Pinhões

Será lançado em BH, no sábado, livro feito pela comunidade quilombola de Pinhões
O projeto é da Associação Cultural das Mulheres Quilombolas de Pinhões

Luzias

Será neste sábado, 9 de fevereiro, o lançamento, em Belo Horizonte – no Centro de Referência da Juventude, Rua Guaicurus, 50 -, do livro “Pinhões: Histórias e Sabedorias do Quilombo”, fruto de um trabalho coletivo da Comunidade quilombola de Pinhões. Um acontecimento da maior importância, porque parte da história de Santa Luzia está nas páginas desse livro. No ano passado, tivemos o lançamento de “Tráfico negreiro, demografia e famílias escravas em Santa Luzia, Minas Gerais, século XIX”, obra da pesquisadora Carolina Perpétuo Correa, outra contribuição importante para compreendermos melhor a nossa história. “Pinhões: Histórias e Sabedorias do Quilombo foi lançado primeiramente em Pinhões. Os responsáveis pela obra criaram uma página no Facebook, onde postaram o texto abaixo sobre o livro, convidando a todos para o lançamento.

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Jovens que entrevistaram os mais velhos. No Luzias já se publicou muitas notícias sobre Pinhões e seu reconhecimento como comunidade quilombola.

Um projeto que surge a partir de um desejo de eternizar e, ao mesmo tempo, resgatar a história da comunidade, unindo a juventude e as pessoas mais experientes de Pinhões.

O roteiro foi produzido pelos mais jovens que entrevistaram os mais velhos. E o resultado está no livro “Pinhões Histórias e Sabedorias do Quilombo”.

Primeiro livro produzido pela comunidade quilombola de Pinhões! O livro é fruto do projeto “Pinhões: Histórias e Sabedorias do Quilombo”, uma realização Associação Cultural das Mulheres Quilombolas de Pinhões, com patrocínio da CEMIG, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, (CA 1625/0001/2017).

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A escrita coletiva do livro se deu através de diversas atividades no quilombo, como oficinas de produção de roteiro, fotografia e rap, com a participação de adolescentes e jovens de Pinhões. As atividades proporcionaram o encontro entre diferentes gerações, aliando a linguagem da juventude aos saberes locais portados pelos mais velhos, verdadeiros acervos vivos de memórias da comunidade.

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