Ao lado do novo coronavírus, casos de dengue se multiplicam em Santa Luzia

Ao lado do novo coronavírus, casos de dengue se multiplicam em Santa Luzia
O funcionário do serviço de limpeza tem que andar na rua neste trecho da Pres. Nilo Peçanha, no bairro Boa Esperança. A calçada foi transformada em matagal. Foto: Luzias

Luzias

Dois médicos confirmaram ao Luzias que vêm atendendo, nos últimos dias, muitos casos de dengue na área central de Santa Luzia. O número de infectados pelo mosquito Aedes Aegypt realmente aumentou, disseram.

Foco de doenças na Avenida Raul Teixeira da Costa: resto de construção e lixo. Foto: Luzias

Com a atenção voltada para o novo coronavírus, cujo total de suspeitos de estarem com a doença também só cresce – já são 1009 casos, segundo informa a Secretaria Estadual de Saúde -, muita gente está negligenciando os cuidados necessários para impedir o avanço da dengue.

Entulho, lixo e uma matinha impedem a passagem do pedestre na Rua Santa Cruz, perto do cruzeiro. Foto: Luzias

Em vários bairros da cidade, as calçadas – onde cresce muito mato e costumam servir de local para despejo de entulho – estão contribuindo para a propagação da dengue e de outras doenças. Dois exemplos são os bairros São Geraldo e o Boa Esperança.

Veja esta calçada. O pedestre corre risco andando na rua. Foto: Luzias

Os proprietários constroem casas bonitas e se esquecem de sua responsabilidade sobre a calçada, que é pública, deve ser limpa, livre de obstrução, para a passagem dos pedestres. Essa falta de consciência resulta em autênticas aberrações.

É ou não é uma aberração? Onde está a responsabilidade com o pedestre? Foto: Luzias

Há também pessoas que compram lotes e deixam lá, complemente abandonados. Não há uma capina. Nenhum tipo de limpeza. E o local torna-se foco de doenças.

Além de enfeiar a rua, os lotes mal cuidados são fonte de doenças. Foto: Luzias

É preciso convencer os responsáveis a dar a sua contribuição no combate à dengue e outras moléstias. É urgente cobrar desses proprietários maior compromisso com os moradores da cidade.

O que é isso, senão puro descuido? Foto: Luzias

A Prefeitura deveria instituir uma multa, para penalizar quem não cumpre com suas obrigações e coloca em risco a saúde dos vizinhos e do bairro.

De repente, a passagem é obstruída por algo que não deveria estar ali. Foto: Luzias

Ou, quem sabe, dar algum tipo de incentivo para que os responsáveis cuidem melhor das calçadas e lotes abandonados. A cidade vai sair ganhando.

É sempre o pedestre quem perde, expondo-se ao risco de anda na rua. Foto: Luzias

Talvez a Prefeitura pudesse criar um incentivo para que as pessoas cuidem melhor das calçadas. Foto: Luzias

De repente, a calçada desaparece e o pedestre tem que seguir pelo asfalto. Foto: Luzias

Avenida Raul Teixeira da Costa: um trecho grande da calça interditada. Foto: Luzias

Na curta José Machado Calazans, que dá acesso à Avenida Raul Teixeira da Costa, através da Silva Jardim, a calçada está assim. Foto: Luzias

O bairro Boa Esperança é o campeão em número de calçadas usurpadas. Foto: Luzias

Perto do Cemitério do Carmo, na Pres. Nilo Peçanha. Foto: Luzias

Não é preciso palavra. Na Rua Silva Jardim, perto do Depósito do Nica

Proprietários das casas incorporam a calçada como se pertencesse ao imóvel. Foto: Luzias

Pedestre teve que entrar no mato para aguardar passagem do ônibus numa das
esquinas mais perigosas da cidade: Rua Silva Jardim ( já tem gente chamando de Selva Jardim) com a José Machado Calazans. Foto: Luzias

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